segunda-feira, 14 de março de 2011

Puro Desabafo!

Às vezes pergunto-me como é que existem pessoas que conseguem deitar a cabeça na almofada e dormir? Com segredos, mentiras que prejudicam outras pessoas, passando na rua por essa mesma pessoa que fizeram mal e fazer de conta que de nada se trata e até mesmo dar um sorriso.Não suporto pessoas que se fazem de santas ou dizem que são anjos e no fundo não passam de demónios que atormentam a vida dos outros, pois não conseguem superar os seus traumas e só sabem atormentar a vida dos outros. Detesto pessoas que se fazem de coitadas e que se riem para mim e por trás já fizeram ou estão a prepararem-se para fazer algo de mal. Será de mim ou neste mundo há mais quem nos queira mal do que bem. Coitados dos que são pobres em espírito. Quem me conhece sabe do que estou a falar e como disse só foi um desabafo que me anda a angustiar.Por vezes faz me bem escrever, mas muito mais me apetecia escrever, mas de uma certa maneira é melhor ficar por aqui as coisas más e pessoas que não prestam não merecem que perca tempo a falar delas.

2 comentários:

  1. Cara amiga, devias voltar a ler o post anterior. A vida ainda te vai sorrir muito, fica atenta :)

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  2. APRENDI

    “Aprendi que eu não posso exigir o amor de ninguém, posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e ter paciência, para que a vida faça o resto.

    Aprendi que não importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim, tem gente que não dá a mínima e eu jamais conseguirei convencê-las.

    Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destruí-la em apenas alguns segundos. Que posso usar meu charme por apenas 15 minutos, depois disso, preciso saber do que estou falando.

    Eu aprendi... Que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida. Que por mais que se corte um pão em fatias, esse pão continua tendo duas faces, e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho.

    Aprendi... Que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paciência. Mas, aprendi também, que posso ir além dos limites que eu próprio coloquei.

    Aprendi que preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlado por eles. Que os heróis são pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independentemente do medo que sentem.

    Aprendi que perdoar exige muita prática. Que há muita gente que gosta de mim, mas não consegue expressar isso.

    Aprendi... Que nos momentos mais difíceis a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas.

    Aprendi que posso ficar furioso, tenho direito de me irritar, mas não tenho o direito de ser cruel. Que jamais posso dizer a uma criança que seus sonhos são impossíveis, pois seria uma tragédia para o mundo se eu conseguisse convencê-la disso.

    Eu aprendi... que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando, que eu tenho que me acostumar com isso. Que não é o bastante ser perdoado pelos outros, eu preciso me perdoar primeiro.

    Aprendi que, não importa o quanto meu coração esteja sofrendo, o mundo não vai parar por causa disso.

    Eu aprendi... Que as circunstâncias de minha infância são responsáveis pelo que eu sou, mas não pelas escolhas que eu faço quando adulto.

    Aprendi que numa briga eu preciso escolher de que lado estou, mesmo quando não quero me envolver. Que, quando duas pessoas discutem, não significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas não discutem não significa que elas se amem.

    Aprendi que por mais que eu queira proteger os meus filhos, eles vão se machucar e eu também. Isso faz parte da vida.

    Aprendi que a minha existência pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes.

    Aprendi também que diplomas na parede não me fazem mais respeitável ou mais sábio.

    Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem critério. E que amigos não são apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que são amigos.

    Aprendi que certas pessoas vão embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos retê-las para sempre.

    Aprendi, afinal, que é difícil traçar uma linha entre ser gentil, não ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.

    Pensamentos de Charles Chaplin

    Charles Chaplin

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